09/03/2011

Conseqüências psicológicas e sociais de um aborto


Conseqüências psicológicas

 Para a mãe:

- queda na autoestima pessoal pela destruição do próprio filho;
- frigidez (perda do desejo sexual);
- aversão ao marido ou ao amante;
- culpabilidade ou frustração de seu instinto materno;
- desordens nervosas, insônia, neuroses diversas;
- doenças psicossomáticas;
- depressões;

 Sobre os demais membros da família:

- problemas imediatos com os demais filhos por causa da animosidade que a mãe sofre. Agressividade - fuga do lar - dos filhos, medo destes de que os pais se separem, sensação de que a mãe somente pensa em si.

 Sobre os filhos que podem nascer depois:


- atraso mental por causa de uma malformação durante a gravidez, ou nascimento prematuro.


Conseqüências sociais

O relacionamento interpessoal, frequentemente, fica comprometido depois do aborto provocado.

 Entre os esposos ou futuros esposos:

- antes do matrimônio: muitos jovens perdem a estima pela jovem que abortou, diminuindo a possibilidade de casamento;
- depois do casamento: hostilidade do marido contra a mulher, se não foi consultado sobre o aborto; hostilidade da mulher contra o marido, se foi obrigada a abortar.
O relacionamento dos esposos pode ficar profundamente comprometido.
É evidente que as conseqüências, a longo prazo, sobre a saúde da mãe podem complicar seriamente a estabilidade familiar.

 Entre a mãe e os filhos:

- muitas mulheres temem a reação dos filhos por causa do aborto provocado;
- perigo de filhos prematuros e excepcionais, com todos os problemas que isso representa para a família e a sociedade.



                                                                                                                                                                     (Fonte: providafamilia.org)